MATERIAL
SORO
MEIOS DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
MÉTODO
ENZIMAIMUNOENSAIO
INSTRUÇÕES DE PREPARO
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
INSTRUÇÕES DE COLETA
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
INSTRUÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
INSTRUÇÕES DE ESTABILIDADE
A amostra é estável por 5 dias refrigerada entre 2°C a 8°C ou por até 2 meses congelada.
INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia e amostras com hemólise grau I.
INTERPRETAÇÃO
O vírus da Hepatite D (VHD), também chamada de Hepatite Delta é um vírus pequeno, incapaz de produzir seu próprio envelope proteico e que utiliza o vírus da hepatite B (VHB), para infectar o organismo humano, aproveitando o antígeno de superfície S (AgHBs) no processo de patogênese.
A infecção ocorre por contaminação parenteral.
A estrutura do VHD é composta por um RNA que produz dois antígenos de importância clínica conhecida: o antígeno Delta pequeno (AgDS), que participa do processo de replicação viral, e o antígeno Delta grande (AgDL), que, através da interação com AgHBs, atua na formação da embalagem de RNA.
Ainda não está bem estabelecida a relação entre o VHD e o VHB, já que, que ambos os competem pelo AgHBs para montar novas estruturas virais.
O VHD está relacionado com o desenvolvimento precoce de condições graves da doença hepática, tais como: cirrose hepática, carcinoma hepatocelular (CHC) e hepatite fulminante.
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