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PLASMODIUM

MATERIAL

SORO

MEIOS DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

MÉTODO
IMUNOFLUORESCÊNCIA INDIRETA

INSTRUÇÕES DE COLETA
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

INSTRUÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

INSTRUÇÕES DE ESTABILIDADE
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada de 2°C a 8°C ou por até 90 dias congelada.

INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia e amostras com hemólise grau I.

INTERPRETAÇÃO

O Plasmodium falciparum é uma das principais espécies de protozoário parasita causadores de malária.
A malária é uma doença infecciosa aguda, causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada de uma fêmea infectada do mosquito do gênero Anopheles, também conhecido como mosquito-prego.
O ciclo de transmissão se inicia quando o mosquito pica um indivíduo com malária, se alimentando do sangue contaminado com plasmódios. Os parasitas se desenvolvem e se multiplicam dentro do organismo do inseto, e o ciclo se completa quando o mosquito infectado pica um novo indivíduo, levando os parasitas de uma pessoa para outra.
Os principais sintomas da malária são febre alta, calafrios, tremores, sudorese, dor de cabeça, normalmente em períodos cíclicos, além de náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.
Nos casos mais graves, os pacientes podem apresentar prostração; alteração da consciência;
dispnéia ou hiperventilação; convulsões; hipotensão arterial ou choque; hemorragias, entre outros.
No Brasil, a maioria dos casos se concentra na região amazônica.
Como não existe vacina contra a Plasmodium no Brasil, a melhor forma de prevenção é evitar o contato e a procriação dos mosquitos Anopheles: utilizando telas mosquiteiras, evitando deixar água parada, criando e fazendo manutenção do saneamento, eliminando possíveis criadouros de larvas.
A detecção do Plasmodium falciparum normalmente é feita através da observação microscópica do protozoário ou por ensaio imunocromatográfico.
Este exame pesquisa somente anticorpos IgG. 

Entre em conato: https://x.gd/RTzqa

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