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CREATINA QUINASE

MATERIAL

SORO

MEIOS DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

MÉTODO
ENZIMÁTICO

INSTRUÇÕES DE PREPARO

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: Suspender medicamentos (à critério médico) a base de anfotericina b, captopril e propanolol.

INSTRUÇÕES DE COLETA
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

INSTRUÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

INSTRUÇÕES DE ESTABILIDADE
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

INTERPRETAÇÃO

A creatina quinase (CK), catalisa a fosforilação reversível da creatina por ATP. As medidas de CK são sobretudo utilizadas no diagnóstico e tratamento do infarte do miocárdio, revelando-se também o indicador mais sensível de lesões musculares. A CK aumenta sempre que se verifica necrose ou regeneração muscular sendo, por conseguinte, elevada na maioria das miopatias como é o caso da distrofia muscular de Duchenne e em condições associadas à necrose muscular. A CK total também pode aumentar em doenças do sistema nervoso central, como por exemplo, na Síndrome de Reyes, no qual um aumento de 70 vezes na atividade da CK é indicador da gravidade da encefalopatia.

Entre em conato: https://x.gd/RTzqa

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